A
segurança nos tratamentos estéticos resulta de três fatores: avaliação clínica, produto/dispositivo certificado e execução técnica.
- Em peelings químicos superficiais, a literatura reporta taxas de complicação baixas (em geral 1–3%), com eritema e descamação como efeitos mais comuns.
- Em PRP, os efeitos adversos tendem a ser leves e transitórios (vermelhidão, sensibilidade), por ser autólogo.
- Em injetáveis com ácido hialurónico, eventos significativos são raros quando aplicados por profissionais experientes com produtos de marcação CE.
Conclusão prática: ambos podem ser
tratamentos seguros. A escolha inteligente é a que melhor equilibra objetivo estético, tempo de recuperação e perfil de risco individual.
Riscos e contraindicações comuns- Químicos: hipersensibilidade a ácidos, peles com barreira comprometida, uso recente de retinóides, fototipos mais altos sem fotoproteção rigorosa.
- Naturais/biológicos: distúrbios de coagulação (no PRP), infeções ativas, gravidez/amamentação em alguns protocolos.
- Em ambos: histórico de queloides, exposição solar intensa, uso de fármacos fotossensibilizantes.